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Crescer muito rápido é ruim?

Cristina e Andréia Misk, sócias-diretoras do Buffet

CRESCER MUITO RÁPIDO É RUIM?

Sócias analisam expansão de bufê

28/10/08

Mãe e filha se dão bem em casa e nos negócios. Andréia Misk fica especialmente orgulhosa pelo talento empreendedor da filha, Cristina Misk. Aos 17 anos, Cristina pediu pra ser emancipada, pois queria se tornar sócia de uma empresa. Foi o primeiro desafio no mundo dos negócios.

Crescer é o desejo de toda empresa, mas dá trabalho. Durante os dez anos de mercado, as sócias já enfrentaram vários desafios. O primeiro grande desafio veio na primeira festa que, do ponto de vista de bastidores, Cristina diz ter sido um arraso. “Tínhamos feito a projeção da festa para 600 pessoas e apareceram quase 1000. Passamos muito aperto, a ponto de ter que ir a supermercado de madrugada para comprar arroz, porque a quantia que produzimos não seria suficiente. Era um jantar completo, não era só um detalhezinho ou outro”, conta Cristina.

Após essa experiência, Cristina percebeu que alguma ação precisava ser tomada. A forma que ela e a mãe encontraram foi exigir melhor controle dos convidados. “Porque é a única coisa que a gente não pode dar palpite é na lista do nosso cliente”, explica. Para garantir esse compromisso entre as partes, bufê e cliente, ela criou no contrato de prestação de serviço a cláusula VIII, que define que toda empresa tem que se responsabilizar pelo número x de convidados, com tolerância de até 10%. Segundo Cristina, esse problema foi resolvido. “A idéia não é aplicar multa nem ganhar dinheiro. Mas resguardar o meu nome. Porque se acontece algum problema na festa, o nome afetado será somente o do bufê”, alerta.

A jovem empresária chamou atenção também para a questão dos convites individuais. “As pessoas que dão as festas têm que ter em mente que o cartão individual não é uma indelicadeza. Apenas mostra que a pessoa está contando com duas, três ou quatro pessoas, e não com namorado, cachorro, periquito, papagaio... Senão ela perde o controle por completo”.

Todo negócio tem suas peculiaridades. No caso do setor de eventos, um grande desafio é contratar dezenas de pessoas da noite para o dia. O número de profissionais a ser contratados pode chegar a 150 em apenas um dia. Alta rotatividade pode ser um perigo se o empresário não tem agilidade e não se preocupa em cuidar bem da equipe terceirizada. Neste caso, manter um relacionamento simpático com os profissionais e rigor no compromisso é fundamental.
Andréia Misk revelou que têm eventos todos os dias da semana. “Dessa forma, conseguimos atuar quase sempre com os mesmos profissionais. A grande quantidade de eventos por semana vem de demanda de um hotel que gostou do trabalho do bufê e decidiu nos contratar para realizar eventos durante a semana”, conta.

O desafio de ver a empresa crescer atinge não só donos e fornecedores, mas toda a equipe. Dircelene de Paula Martins é chefe de cozinha e está na empresa há cinco anos. Ela viu muita coisa acontecer. “Dá para acompanhar esse crescimento, mas temos que inventar novidade sempre”, diz. A assistente comercial, Elizabeth Monteiro, também tem que acompanhar o ritmo. “É uma loucura o dia inteiro, é chegando mais cedo e saindo mais tarde, tudo para atender o cliente. Temos que nos adequar à demanda do mercado, e é por isso estamos crescendo”, afirma.

Crescer dá trabalho, mas, segundo Cristina Misk, vale a pena. “Mas eu brinco que hoje já cresci mais do que eu queria. O trabalho é grande, a satisfação também, mas chega um ponto que a gente tem que saber quando parar. Como fabricamos tudo, nossa produção tem limite, não podemos perder em qualidade. Se eu não souber esse ponto, podemos cair no erro de não dar conta da produção, ter que terceirizar coisas na área do alimento. Acredito que estamos num ponto bacana”, garante.

Mas a mamãe Andréia não concorda com a opinião da filha. “Não é próprio da Cristina nem de mim. “Ela fala isso, porque é cansativo. É um trabalho que não tem dia nem noite, feriado, sábado ou domingo. Mas já estamos olhando outros negócios que, se ficarem lucrativos, nós vamos entrar. Acho que não pára aqui”, brinca. “Nosso interesse é continuar atendendo bem com nossos produtos e com a qualidade que a gente sempre ofereceu aos clientes”, conclui Cristina Misk.

Fotos: Mariana Neto

 
 
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