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Etiqueta e postura
Gafes nas empresas

Claudia Ramos, consultora de empresas

GAFES NA EMPRESA

Evite erros que mancham sua imagem

18/11/08

Mesmo querendo acertar, muitas vezes, cometemos erros imperdoáveis.
Por falta de atenção ou de conhecimento, desrespeitamos regras da etiqueta social e corporativa. Como estão chegando as festas de final de ano, momento importante não apenas para os consumidores, mas também para as empresas e seus profissionais, o MESA DE NEGÓCIOS resolveu falar sobre algumas posturas e atitudes muito bem-vindas quando se vai enviar ou receber um cartão de Natal ou, mesmo, um presente. Para dar dicas sobre o assunto, esteve em estúdio Cláudia Ramos, professora de comportamento social e profissional há cerca de 15 anos.

Toda empresa deve mandar um cartão para o cliente e fornecedor?
Sim, é uma oportunidade de demonstrar delicadeza com as pessoas. E isso está faltando, essa cortesia, a boa educação... Todo mundo gosta disso. Existem ainda alguns empresários que não dão valor a esse tipo de atitude, ainda assim, ele tem que respeitar essa regra social. Lembrando que a internet facilita muito o trabalho. Logo, se a pessoa não quer, ou não pode, enviar um cartão via correio, impresso, que ela envie pelo menos um cartão virtual. O importante é que a pessoa perceba que foi lembrada. Esse também é um jeito de aproveitar para agradecer ao cliente, e fidelizá-lo.

Empresas costumam fazer festa de confraternização. Essas festas as dispensam de enviar um cartão a cada funcionário?
Sim, mas, e aquele cuidado de personalizar aquele carinho? Ainda que seja um cartão igual para todos, com um bombom, uma flor.

Nos casos em que o fornecedor entrega lembranças simbólicas aos seus clientes – executivos ou empresários, ou até mesmo presentes mais valiosos, você recomenda que o executivo aceite?
Sim. Ele não só deve aceitar, como retribuir. O valor do presente não importa nesse momento. O importante é que você escolha algo que tenha o perfil dele. Eu sempre digo que presente não é preço, é bom gosto,é você ter sensibilidade de perceber o que tem a ver com  a pessoa,  o que tem a cara dela. Essa história de dar vale-presente é muito impessoal, não funciona, apesar da praticidade.

Cartão que recebo pelo correio, devo responder com outro cartão via correio também, ou pode ser via e-mail?
Não importa. O importante é responder, e o quanto antes. A partir do momento que você recebeu algo, deve retribuir. Lembre-se que, se o cartão for assinado por várias pessoas, que sejam assinaturas legíveis, para que a pessoa que recebê-lo, consiga identificar de quem foi. Caso contrário, é gafe! Para quem recebe e deve respondê-lo, se vier com muitas assinaturas, envie de uma forma genérica.

Para o profissional que trabalha em uma empresa que não tem essa sensibilidade, ele pode fazer isso por conta própria?
Sim. A primeira coisa a se fazer é conscientizar o empresário da importância de ações como essa. Mas se ele realmente for resistente, essa atitude pode, sim, partir do funcionário. Afinal, são clientes e fornecedores dele.

Em festas de final de ano de funcionários, clientes e fornecedores também devem ser convidados?
Não, deve-se presentear cliente e fornecedor de forma diferente, por exemplo, com um cartão personalizado, com logo da empresa e nome da pessoa que está enviando.

Em amigo-oculto, quem leva presente barato e ganha presente mais caro, cabe uma retratação?
Na realidade, é uma gafe fazer amigo-oculto e não estipular valor mínimo e máximo. Dessa forma, você sabe que tem que achar alguma coisa com características do se amigo-oculto dentro do valor combinado. É muito desagradável quando isso não é combinado, e um chega com presente muito melhor que o outro. 

Fotos: Mariana Neto

 
 
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